Archive for the 'Dicas' Category

Love in mid air

Acho que encontrei uma boa maneira de voltar a ler como antigamente. Pegar livros populares na biblioteca e ter que devolvê-lo, com prazo, pra assim me sentir naquele rush de terminar!

Foi o que aconteceu com Love in mid air, da Kim Wright. Já veio super recomendado pela Clícia, uma amiga brasileira que mora em NH e lê horrores.

Logo no começo ela estava curiosa de saber o que eu estava achando mas eu só tinha lido poucas páginas e só comentei com ela que não me identificava com as protagonistas do livro.

Mas a medida que fui lendo percebi que as mulheres, sejam americanas, como no livro ou brasileiras, como eu, ou de qualquer parte do mundo, passam pelos mesmos dilemas.

As diferentes personagens podem se encaixar em uma de nós com a maior facilidade. Me senti com um(a) camaleão que a cada hora muda de “cor”, deacordo com a necessidade.

Como minha amiga de NH, não me identifiquei com o único fato das personagens frequentarem uma igreja, já que eu nunca frequentei uma.

O livro é fácil e bom de ler e a autora conseguiu me fazer imaginar cada ambiente, cada mulher.

Fica aqui a recomendação! Obrigada, Clicia!

Fazendo a Festa – dos 6 anos!

Nem falei da neve do século aqui, né? Imaginei que o assunto estive sendo bem abordado por várias outras fontes : )

Fevereiro é um mês muito especial aqui em casa e, desde dos 3 anos, Filhote e eu planejamos juntos as festas de aniversário!

Esse ano foi a 6a festa e, no inverno – e que inverno – não há muitas opções de lugares para festas de crianças… Aqui perto de casa ficamos limitados ao Chuck e Cheese’s (que é muito barulhento), patinação no gelo, boliche ou cinema…

Como em novembro tinhamos ido a uma festa na House of Bounce, achei que seria uma boa ideia para meninos dessa idade. Sim, meninos ONLY… Coisas do Filhote. A única menina convidada foi minha sobrinha.

Como a House of Bounce fica em Manassas, resolvi procurar um local menos longe e acabei optando pelo Pump it Up, em Leesburg.

A primeira hora é de brincadeiras nos pula-pulas e escorregas e a ultima meia hora é pra pizza e bolo. Confesso que achei que passou rápido mas sempre passa… Eu gosto de festas infantis – tem quem goste!

A festa de quatro anos foi no Little Gym com uma proposta parecida.

A grande vantagem de fazer festas de aniversários nesses locais é a ajuda. Tem sempre alguém encarregado de arrumar tudo. Servir. Limpar. E até ajudar a abrir os presentes.

O Little Gym é bom para crianças menores. A sala para festas não é muito grande… Mas é possível decorar e trazer qualquer tipo de comida de fora. Optei por pizza, pela facilidade mas trouxe o bolo e brigadeiros.

Entre The House of Bounce, de Manassas e o Pump it Up, de Leesburg, as diferenças são:

  • o primeiro é mais ventilado, tem janelas e parece mais amplo. Também tem um lounge para os convidos se sentarem, tomarem um café ou um refrigerante. A sala de festas é menor mas muito simpática, com um trono, de madeira, de príncipe/princesa para o(a) aniversariante. Na chegada os convidados assinam um cartão com a foto do(a) aniversariante, que é uma boa lembrança.
  • O Pump it Up, de Leesburg, é fechado (não se sabe se é dia ou noite) e há duas salas de pula-pulas e a primeira hora é dividida entre as duas salas. A segunda tem uma mesa de air-hockey. A sala de festas é mais espaçosa e também tem um trono, só que inflável. Não é permitido trazer decorações para as paredes. Usei pratos e copos deles mas é permitido trazer de fora.

O preço saiu em conta e foi a festa mais barata que já planejei até hoje. Não que eu ache que servir pizza seja a melhor solução mas depois de tanto exercício, as crianças curtiram a pizza e  bolo! Os brigadeiros tiveram que ser incorporados ao bolo já que não é permitido trazer nada de fora. O bolo foi encomendado e quase acabou, para meu desespero. Explico! Eu sempre adoro comer o bolo no dia seguinte…

Tanto um local quanto o outro oferecem lembrancinhas mas eu trouxe as minhas, que encomendei da Birthday Direct. Os balões de bandeiras de chegada (em corridas) fizeram sucesso! Os balões forem inflados lá, o que ajudou muito!

Dicas da vez*

Por mais americanizado e globalizado que esteja nosso Brasil, tem coisas maravilhosas, que só aqui! Está tudo muito caro mas sabendo procurar..

No Rio

água de coco do kioske da praia – R$2,50

escova no Piraquê – R$16,00

pé e mão no Piraquê – R$20,00

almoço/jantar no Piraquê

sandálias da Paquetá – preços acessíveis!

bancas de jornal em cada esquina

almoço na Roberta Sudbrak

Em Brasília:

depilação na DepilHoney (com a Luciana -3346.7406)

torta de Sufflair do Biscoito Mineiro (106 Sul)

doce de ovos caramelado do Amor aos Pedaços (dica da Valéria)

suco de melancia do Marietta

biquinis da Renner e C&A – enter R$40,00 e R$60,00

relógios da feira dos importados – entre R$30,oo e R$40,00

uniforme da seleção (infantil) na feira dos importados – R$30,oo (dando uma choradinha…)

lindas t-shirts do Brasil para a Copa 2010 – C&A – R$29,99

liquidação da Espaço Fashion pra quem gosta de moda bem carioca – ala nova do Parkshopping

difusor de aromas (alecrim) da Les Lis Blanc

chocolate quente da Kopenhagen

*Com o dólar a 1,75

National Museum of the American Indian

Dia 13 retomamos o projeto de visita aos muses do Smithsonian.

O Museu Nacional do Índio Americano é o 16o museu do Smithsonian e, se não me engano, o mais novo. Foi inaugurado em 2004.

De longe ele já é imponente e belo. Por dentro é redondo. Tirei foto da rotunda. Começamos a visita pelo 4o andar e fomos descendo. Os índios brasileiros estão muito bem representados e de longe, percebe-se as penas coloridas dos cocares.

Almoçamos lá, no Mitsitam Café, e a comida estava muito boa! Salmão cozido no fogo com juniper, salada de arroz selvagem e batatas. Uma porção foi sucifiente para nós dois. Conheço o gerente de dois do restaurantes do Smithsonian e ele me recomendou esse. Valeu a dica! Tinha comida brasileira também mas optei por algo que não como com tanta frequência.

Do museu passamos no jardim de esculturas do Hirshhorn, tomasmos picolé e terminamos o dia em Clarendon, um bairro muito agradável!

O melhor livro que li ultimamente

O melhor livro que li atualmente foi escrito em inglês, por uma brasileira.

The Seamstress, da Frances de Pontes Peebles

Minha irmã a conheceu em Chicago, num evento que prestigiava mulheres brasileiras. Depois que leu o livro, minha irmã, imediatamente, me mandou o livro e eu fiquei tão fascinada que fiquei “economizando” o final. Não queria que acabasse.

A história é passada em Pernambuco, nos anos 30, e fala de um Brasil que eu não conheci mas que sempre ouvi falar. Da seca nordestina, dos cangaceiros, dos coronéis… Nesse ambiente, duas irmãs tem suas vidas traçadas pela profissão que tinham, de costureiras. A autora consegue, de fato, costurar a realidade com a ficção, transformando o livro num retrato desse Brasil.

Não perca a chance de se encantar por esse livro! A Nova Fronteira vai lançar a versão em português.

A Frances tem uma página no Facebook.

Os dias em Palm Beach, Florida

Eu sempre quis conhecer Palm Beach e foi bom ter ido no verão, quando a cidade esta vazia. Sim, as pessoas acham muito quente no verão e preferem ir no inverno. A cidade tem aeroporto próprio o Palm Beach International (PBI) mas também é possivel ir para Fort Lauder Dale ou Miami e dirigir até lá. Voamos de Delta, via Atlanta e não houve atraso e o atendimento foi muito bom.

O Ritz-Carlton, onde nos hospedamos, fica bem localizado e o serviço é excelente! A praia em frente tem água do mar super morninha, limpíssima e dá até pra ver peixinhos. Pequenos pássaros e pelicanos pescam o tempo todo. Ninhos de tartaruga são protegidos por placas.

As informacoes em italico eu tirei da Wikipedia. As fotos foram tiradas por mim.

A cidade de Palm Beach foi legalmente estabelecida como tal (Incorporated) em 17 de Abril de 1911, mas a essa altura já era famosa no mundo inteiro.

Palm Beach foi criada para ser um centro de Lazer por Henry Flagler, o fundador da companhia Standard OIl (que atualmente faz parte do conglomerado Exxon Mobil). Henry Flagler tornou Palm Beach acessivel aos ricaços de sua época com a construção de uma estrada de ferro denominada Florida East Coast Railway.

O nucleo da cidade foi estabelecido pela construção de um hotel de luxo, o Royal Poinciana Hotel que eventualmente se denominou Breakers Hotel com 2.000 apartamentos de luxo. Construido também por Henry Flagler em 1890, o Breakers Hotel continua sendo um dos mais luxuosos hoteis do mundo e um dos principais pontos de atração da Florida.

Jantamos no The Breakers para comemorar meu aniversário. O hotel e super suntuoso e muito bonito! O restaurante tem uma área espetacular para as criancas, com um aquário lindo e video games para a alegria geral!


Em 1902 Flagler contruiu para si uma mansão de Beaux-Arts que foi denominada Whitehall, desenhada pelos famosos arquitetos Carrére and Hastings e com isso perpetuou o que ficou conhecido como “The Palm Beach Winter Season”, com grandes festas e encontros ilustres que existem até hoje.

O comércio fecha cedo, as 6pm, e a cidade parecia abandonada de pessoas mas descobrimos a Brazilian Avenue!

As casas de inverno são muito bonitas! Por causa dos furacões que começam em junho muitas tem proteções nas janelas e portas.

Quem não conhece Palm Beach de perto não tem idéia da importancia dessa pequena cidade.

Sendo uma cidade habitada apenas durante certos periodos do ano, geralmente o inverno americano, as ruas da cidade costumam estar virtualmente vazias durante o verão. A cidade está localizada numa ilha no extremo leste do Condado de Palm Beach do Estado da Flórida e fica a cerca de 120 quilometros do centro de Miami. Está separada das cidades vizinhas de West Palm Beach e Lake Worth por uma passagem aquatica intracostal.

De acordo com o U.S. Census Bureau, o Censo do ano de 2004 estimou a existencia de uma polulação constante (que mora durante o ano todo) de 9.860 habitantes e uma população sazonal de 30.000 habitantes.

Com uma renda per capita de US$ 109.219 dólares por ano, é habitada principalmente por pessoas aposentadas com mais de 65 anos de idade (52% da população), na sua maioria milionários e até alguns bilionários.

Entre seus moradores ilustres encomtramos a familia Kennedy, Donald Trump, John Lennon, Rod Stewart, Marjorie Post, e muitas outras personalidades do mundo financeiro e empresarial norte americano e mundial.

Seus moradores formam uma das mais filantrópicas sociedades de todos os Estados Unidos

Boca Raton fica perto e tem muitas lojinhas e restaurantes agradáveis, como  em Mitzner Park. Jantamos no Max’s Grill e a comida estava deliciosa!!


Feel the urge for “salgadinhos”?

Agora já é possível ter uma típica festa brasileira nos EUA.

A Starbites vende salgadinhos brasileiros, congelados, desde dezembro de 2008.

Já tive a chance de experimentar e são deliciosos!

Clique AQUI para ver onde comprar em lojas.

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