Archive for the 'Comportamento' Category

E criança tem vida social?

ESCLARECIMENTO: Esse post começou a ser escrito em outubro de 2011 mas só agora consegui terminá-lo.

Uai, claro que tem!

Quando ainda sao bebês e até uma certa idade, a vida social das crianças fica associada a dos pais mas depois de uma certa idade, quando começam a ir pra escola, fica inevitável essas crianças não terem vida social.

Então, os pais tem total participação nessa parte tão importante da vida dos filhos.

Isso vai de cada família, de cultura e também da personalidade da criança.

Somos seres sociais, acho que nem preciso apelar pra São Google pra provar isso.
Como pais temos a enorme responsabilidade de educar os filhos para saberem se comportar socialmente, micro e macro!

Meu filho está constantemente exposto a cultura americana, brasileira e francesa. E o que é mais importante pra mim e que ele saiba navegar em diferentes contextos. E faço isso em casa, porque é em casa que se aprende a falar, a comer, e o básico da educação. Aquela eterna insistência materna: como é que se diz? Obrigado, De nada, Por favor, Dá licenca, etc. Sim, você tem que comer de tudo e de boca fechada e usando seus talheres.

Aqui onde moro vejo um excessiva preocupação que crianças pratiquem esportes. Saudável, com certeza mas muitas crianças deixam de participar de outras atividades sociais, como festas, em função de treinos, jogos, etc. É óbvia a importância que os pais dão aos esportes em função de outras atividades. E esportes competitivos. Crianças numa faixa etária dos 5 aos 9 já precisam disso?

Então me deparo com situações onde crianças não sabem se comportar socialmente e me pergunto se elas só não estando imitando o que veem em casa…

Eu não gosto de generalizar mas o que vejo são crianças que não cumprimentam os adultos, já chegam aos berros, correndo, muitas vezes destruindo as coisas. E os pais ali, completamente alheios… Menino sobe na mesa e dança, com os sapatos sujos e cadê a mãe? Não se manifesta…

A família é convidada para uma festa a fantasia, como Halloween, por exemplo. Ninguém veem fantasiado. A criança não vai sair e comprar sua própria fantasia então fica óbvio que os pais não dão importancia a, digamos, regras sociais de boa convivência. Numa outra ocasião, por exemplo, a festa tem brincadeiras com água e é preciso trazer roupa de banho, toalha, chinelo, etc. A criança não traz e não pode brincar…

A família é convidada para uma festa e chega com duas horas de atraso e perde metade das brincadeiras, por exemplo. A criança não controla o horário dos pais então fica óbvio que chegar atrasado é aceitável.

A familia é convidada para uma festa e sai antes do parabéns. Festas americanas tem hora pra tudo, já vem no convite. Ou seja chegou atrasado, saiu mais cedo, algo a criança sai perdendo. E a criança tem controle sobre os horários dos pais? Não, claro que não! Então o que fica enfatizado é que o cumprimento de horários não tem a menor importancia.

A família é convidada para uma festa e a comida servida não agrada. Mãe, desesperada, liga pra uma outra convidada e lhe pede que traga duas caixas de pizza. Serve a pizza ao filhos e diz que eles não tinham comido nada… Essa atitude, de fato, me chocou! E a mensagem qual é? Que se você é convidado pra uma festa e não gosta da comida, você sempre pode pedir uma pizza…

Peraí, onde que se aprende isso? Entao é OK ir a casa de alguém e pedir uma pizza, chegar atrasado, sair mais cedo, deixar os filhos se comportarem feitos uns loucos, que destroem decorações, que largam pra trás suas lembrancinhas com o claro sinal de aquilo não tem o menor valor ou importância?

Eu não fui criada assim e nem é essa a educação que ofereço ao meu filho. Todos temos o direito de errar mas também temos o dever de consertar.

Boys will be boys?

Nunca pensei que genero foi se  tornar um tema logo tao cedo na vida do meu Filhote.

Na verdade torna-se na hora que optamos por saber o sexo do bebe e escolhemos seu nome e fazemos planos.

Como bem disse bem a Ana Claudia Bessa do Futuro do Presente, tem pais que tem a “sorte” de ter “bons” filhos, que sao educados, que nao dao trabalho. Os pais nao levam credito por nada, eh mera sorte…

O que aconteceu foi que ele bateu num colega e como a professora viu e ele negou, teve que ir pra sala da diretora junto com os outros dois meninos envolvidos. Ligaram pra mim pra explicar o que tinha acontecido e quando falei com ele pelo telefone, vi que ele ja estava tao arrependido.

Fui busca-lo quando as aulas terminaram, deixei que ele me explicasse o que tinha acontecido e conversamos bastante. Ele estava bem preocupado e assustado em voltar pra escola no dia seguinte. Fiz o possivel para tranquiliza-lo mas sem diminuir o que havia acontecido. Ja bem tarde, antes de dormir, escrevi um email para a professora, contando sobre a reacao dele e que como haviamos conversado e que como ele havia  entendido que errou, pedido desculpas e dito que nao deixaria acontecer de novo, que ele nao teria motivos para ter medo de voltar pra escola. O importante eh admitir o erro, repara-lo e seguir em frente. E que eu havia concordado com ela e com as medidas tomadas pela escola.

Ai recebo o telefonema de uma das maes, exasperada, que meninos brincam assim, de bater uns nos outros, que o filho dela nao tinha feito nada de errado, que a professora eh que esta cansada por ser fim do ano letivo e desconta nos alunos, que a escola esta sendo intransigente e rigorosa e que, por isso, o filho dela nao foi pra escola no dia seguinte ao incidente.

Bom, levando em conta que venho de um pais onde reina a impunidade e que optei por morar num pais onde respeita-se as regras porque ha consequencias, educo o meu filho para essa realidade.

Num momento das vidas de tantos alunos onde o bullying prevalece.

Onde um menino de 6 apanhou de um de 14, no Colegio Sao Bento e a escola optou por mascarar os fatos.

Nao eh porque ele eh menino que achar que bater num colega de classe eh uma brincadeira, que todos os meninos se comportam assim. Num mundo onde ha tanta violencia domestica, onde meninos morrem mais cedo do que meninas, eu vou incentivar o meu filho a  brincar de bater? A violencia ja anda tao banalizada que nao eh dentro da minha propria casa que vou criar o estimulo.

Nao, boys should NOT be boys! Devem ser cidadaos, com caracter, com educacao, com consideracao. Com pais que se importam, que ouvem os dois lados e que optam por fazer o que eh certo

CARTA ABERTA ÀS MÃES E PAIS: Que futuro terão nossos filhos? Blogagem coletiva

CARTA ABERTA ÀS MÃES E PAIS:

Que futuro terão nossos filhos?

Aproveitamos o sentimento de indignação e tristeza que nos abalou nos últimos dias para convoca-los para uma mobilização pelo futuro das nossas crianças. A tragédia absurda ocorrida na escola em Realengo (Rio de Janeiro) é resultado de uma estrutura complexa que tem regido nossa vida em sociedade. O problema vai muito além de um sujeito qualquer decidir invadir uma escola e atirar em crianças. Armas não nascem em árvores.
A coisa está feia: choramos por essas crianças, mas não podemos nos deixar abater pelo medo, nem nos submeter aos valores deturpados que têm regido nossa sociedade propiciando esse tipo de crime. Não vamos apenas chorar e reclamar: vamos assumir nossa responsabilidade, refletir, trocar ideias e compartilhar planos de ação por um futuro melhor. Então, mães e pais, como realizar uma revolução que seja capaz de mudar esses valores sociais inadequados?

Vamos agir, fazer barulho, promover mudanças! Acreditamos na mudança a longo prazo. Precisamos começar a investir nas novas gerações: a esperança está na infância. Vamos fazer nossa parte: ensinar nossos filhos pra que façam a deles.

Se desejamos alcançar uma paz real no mundo,
temos de começar pelas crianças. Gandhi

O que estamos fazendo com a infância de nossas crianças?

Com frequência pais e mães passam o dia longe dos filhos porque precisam trabalhar para manter a dinâmica do consumo desenfreado. Terceirizam os cuidados e a educação deles a pessoas cujos valores pessoais pensam conhecer e que não são os valores familiares. Acabamos dedicando pouco tempo de qualidade, quando eles mais precisam da convivência familiar. Assim, como é possível orientar, entender, detectar e reverter tanta influência externa a que estão expostos na nossa longa ausência? Estamos educando ou estamos nos enganando?
O que vemos hoje são crianças massacradas e hiperestimuladas a serem adultos competitivos desde a pré-escola. Estão constantemente expostos à padronização, competição, preconceito, discriminação, humilhação, bullying, violência, erotização precoce, consumo desenfreado, culto ao corpo, etc.

O estímulo ao consumo desenfreado é uma das maiores causas da insatisfação compulsiva de nossa sociedade e de tantos casos de depressão e episódios de violência. Daí o desejo de consumo ser a maior causa de crime entre jovens. O ter superou o ser. Isso porque a aparência é mais importante do que o caráter. Precisamos ensinar nossos filhos que a felicidade não está no que possuímos, mas no que somos. Afinal, somos o exemplo e eles repetem tudo o que fazemos e o modo como nos comportamos. E o que ensinamos a nossos filhos sobre o consumo? Como nos comportamos como consumidores? Onde levamos nossos filhos para passear com mais frequência? Em shoppings?

Quanto tempo nossos filhos passam na frente da TV? 10 desenhos por dia são 5 horas em frente à TV sentados, sem se movimentar, sem se exercitar, sendo bombardeados por mensagens nem sempre educativas e por publicidade mentirosa que incentiva o consumo desde cedo, inclusive de alimentos nada saudáveis. Mais tempo do que passam na escola ou mesmo conosco que somos seus pais!

Porque os brinquedos voltados para os meninos são geralmente incentivadores do comportamento violento como armas, guerras, monstros, luta? A masculinidade devia ser representada pela violência? Será que isso não contribui para a banalização da violência desde a infância? Quando o atirador entrou na escola com armas em punho, as crianças acharam que ele estava brincando.

Nós cidadãos precisamos apoiar ações em que acreditamos e cobrar do Estado sua implementação, como o controle de armas, segurança nas escolas, mudança na legislação penal, etc. Mas acima de qualquer coisa precisamos de pessoas melhores. Isso inclui educação formal e apoio emocional desde a infância. É hora de pensar nos filhos que queremos deixar para o mundo, para que eles possam começar a vida fazendo seu melhor. Criança precisa brincar para se desenvolver de forma sadia. É na brincadeira que elas se descobrem como indivíduos e aprendem a se relacionar com o mundo.

Nós pais precisamos dedicar mais tempo de convivência com nossos filhos e estar atentos aos sinais que mostram se estão indo bem ou não. Colocamos os filhos no mundo e somos responsáveis por eles! Eles precisam se sentir amados e amparados. Vamos orientá-los para que eles sejam médicos por amor não por status, que sejam políticos para melhorar a sociedade não por poder, funcionários públicos por competência e não pela estabilidade, juízes justos, advogados e jornalistas comprometidos com a verdade e a ética, enfim!

Precisamos cobrar mais responsabilidade das escolas que precisam se preocupar mais em educar de verdade e para um futuro de paz. Chega de escolas que tratam alunos como clientes.

Não temos mais tempo a perder. Ou todos nós, cedo ou tarde, faremos parte da estatística da violência. Convidamos todos a começar hoje. Sabemos que não é fácil. E alguma coisa nessa vida é? Vamos olhar com mais atenção para nossos filhos, vamos ser pais mais presentes, vamos cobrar mais da sociedade que nos ajude a preparar crianças melhores para um mundo melhor! Nossa proposta aqui é de união e ação para promover uma verdadeira mudança social. A mudança do medo para o AMOR, do individualismo para a FRATERNIDADE e para a EMPATIA, da violência para a GENTILEZA e a PAZ.

Ana Cláudia Bessa http://www.futurodopresente.com.br
Cristiane Iannacconi http://www.ciclicca.blogspot.com
Letícia Dawahri
Luciana Ivanike http://www.lucianaivanike.blogspot.com
Monique Futscher http://www.mimirabolantes.blogspot.com
Renata Matteoni http://www.rematteoni.wordpress.com

Parou por que? Por que parou?

Acho que eu mesma nem sei…

Falta de tempo? Falta de assunto?

Talvez.

Na verdade falta de necessidade… O blog teve uma importancia enorme quando senti que precisava me expressar mais. E era uma necessidade pessoal e o fato de estar dividindo meus anseios com outras pessoas foi muito valido.

Nesse meio tempo, viajei, me mudei e agora enfrento uma torcao no pe direito que tem me forcado ficar em casa por uma semana…

Quero voltar, com certeza! A postar e ler os blogs amigos!

Por que o voto eh obrigatorio no Brasil?

Cresci sabendo que o voto eh obrigatorio e nunca procurei saber o porque… Imaginei que em muitos paises fosse assim tambem.

Com as eleicoes pra presidente se aproximando (dia 3 de outubro) e percebendo a dissatisfacao de algumas pessoas em TER que votar, mesmo morando fora do Brasil, fui procurar saber e Sao Google me ajudou.

De acordo com o texto de 1999, de Luzia Helena Herrmann de Oliveira, Professora do Departamento de Ciências Sociais da Universidade Estadual de Londrina, o voto obrigatório foi implantado no Brasil com o Código Eleitoral de 1932 e transformado em norma constitucional a partir de 1934.

“Embora muitas vezes apresentada como uma norma pouco democrática, a obrigatoriedade do voto é uma medida institucional adotada em muitas democracias estáveis. E os motivos para essa adoção costumam obedecer a critérios políticos democratizadores, tais como conseguir a participação de grupos religiosos, minorias políticas ou, simplesmente, garantir a presença da maioria nas eleições (Nohlen, 1981).

No Brasil, a razão principal da adoção do voto obrigatório, em 1932, foi o temor de que uma participação diminuta pudesse tirar a legitimidade do processo. Realmente, em razão dos impedimentos legais (sobretudo a exclusão dos analfabetos) e das condições históricas de um país eminentemente rural, o eleitorado da época restringia-se a cerca de 10% da população adulta, o que significava um número muito reduzido (Soares, 1973). Contudo, com as transformações da sociedade brasileira e a concessão dos direitos políticos aos maiores de 16 anos e aos analfabetos, esse percentual cresceu expressivamente. Para as eleições de 1998, foram inscritos 106.076.088 eleitores de um total de 157.070.163 habitantes, ou seja, 67% da população brasileira (TSE, 1998a; IBGE, 1998a).”

Infelizmente ainda estamos num patamar economico-social que nao nos permite voto facultativo.

Cabe exatamente aos que pensam que nao precisam votar, participar desse processo democratico e encarar o ato como privilegio e nao obrigacao.

Ninguem eh obrigado a se manter atualizado com a politica. Mas abstecer de votar eh entregar sua decisao a terceiros quando as consequencias afetarao a todos.

A autoria conclui que “acabar com a obrigatoriedade do voto seria retirar da legislação um dos poucos elementos equalizadores do sistema democrático brasileiro.”



Eu falo LEGO

Desde que soube que estava grávida, imaginei que só falaria português com meu bebê.

Embora a língua comum falada em casa na época fosse o inglês, desde que meu Filhote nasceu sempre falei em português com ele e sua primeira palavra foi GOL-GOL, para bola. Eu chutava e dizia GOL e daí a associação.

O pai só começou a falar francês com ele mais tarde então hoje Filhote entende tudo mas fala muito pouco.

Quando eu ainda trabalhava do escritório, Filhote teve diuas babás brasileiras e assistia muitos DVDs em português e francês mas quando começou a ver televisão em inglês, logo aprendeu. Mesmo só tendo optado por mandá-lo para a pré-escola com 4 anos e meio, o inglês já era a sua língua de escolha.

Em 2009 passamos 3 meses no Brasil e ele chegou a ir para uma colônia de férias por duas semans e voltou pra casa(nos EUA)  falandosó português! Mas com o início do Kindergarten o inglês voltou a ser a língua de preferência.

Então essa semana tive a ideia de sugerir que se ele falasse português o dia todo, teria direito a US10.oo pra gastar na loja de LEGO.

Deu tão certo que ele mesmo sugeriu que baixássemos pra US$5.00 por dia. O que ele ainda não entendeu é que se ele compra um LEGO mais caro, ele fica “devendo” dias em português : )

O que falta agora é começar com aulas para ele aprender a ler e escrever em português. Como o pai já está ensinando um pouco em francês, já ajuda com os sons.

Montei um calendário para contabilizarmos os dias falados em LEGO! O abaixo é ilustrativo.

imagem

As Faces no Facebook – atualizando em verde e azul!

Há um ano e meio atrás sucumbi ao Facebook.

Na verdade já estava lá desde 2007, convidada por uma pessoa mas aquela história de “poke”, de “wall”, parecia meio chata. Não saquei qual era a do FB naquela época. Depois começaram as histórias de gente que escreveu o que não devia e perdeu o emprego e história e tal e continuei resistindo.

Hoje participo bastante, mantenho-me atualizada do que anda acontecendo em relação à privacidade e acho que pra mim que moro fora, é uma ótima ferramenta pra me comunicar e saber do que anda acontecendo com quem faz parte da minha rede e também no mundo.

Claro que coméçasse a perceber as diferentes personalidades de quem usa o Feici, como já está sendo chamado no Brasil.

Como nunca usei Orkut, que é muuuito popular no Brasil, não tenho como comparar mas as Faces são óbvias. E não há certo e errado, só diferente maneiras de comportamento…

  • os que entraram na onda mas não entendem o modus operandi e desistem
  • os que usam esporadicamente e não conseguem acompanhar a dinâmica
  • os que tem perfil mas dizem que não tem tempo e esperam que você conte tudo sobre sua vida, quando 90% já está no FB
  • os que comentam que leem o que você escreve mas nunca comentam
  • os que dizem que não saber o que comentar
  • os que só escrevem sobre os próprios umbigos e não dão a mínima para os que os outros escrevem
  • os que dizem terem visto suas fotos mas nunca comentam
  • os que fazem perguntas, recebem várias respostas e são incapazes de agradecer
  • os que respondem pela wall e não pelo comment
  • os que não colocam foto de perfil e alteram seus nomes
  • os que escrevem umas coisas loucas, que não fazem nenhum sentido
  • os que estão lá como num concurso de popularidade
  • os que, pessoalmente, não abrem a boca mas que no FB são as pessoas mais eloquentes
  • os que sao sempre super-hiper simpáticos e carinhosos
  • os que sempre comentam
  • os que escrevem sem muita formulacão e geram uma enxurrada de perguntas, muitas desnecessárias
  • os que gostam de escrever para que a carapuça sirva
  • os que jogam Farmville, etc
  • os que põe todos esses jogos em hide
  • os que gostam de dividir o que acham interessante
  • os que usam tag ao invés de share (contribuição de amiga do FB!)
  • os que escolhem QUEM pode ler o que  escreve-se na wall (basta clicar no cadeado e escolher!)

Claro que tem mais!  O que vocês acham?


TWITTER – O ANDA ACONTECENDO NO MEU ATELIE?

Erro: o Twitter não respondeu. Por favor, aguarde alguns minutos e atualize esta página.

E HOJE É DIA…

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