Carta ao Rei

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Imagino o que sentiu Pero Vaz de Caminha ao relatar ao Rei Dom Manuel o que viu aqui em maio de 1500…

Em 2008-9, alguns hábitos também chamam a atenção… Das coisas que não entendo, por mais que eu me esforce:

  • Chegar atrasado: é hábito (péssimo por sinal). Se for a noite, então, só depois da novela das 9 (que termina às 10:30pm…)
  • Não cumprimentar uns aos outros: um simples, bom dia, boa tarde, boa noite
  • Querer entrar no elevador antes das pessoas sairem
  • Parar em fila dupla
  • Largar crianças em lugares públicos sem supervisão
  • Não responder emails
  • Não emitir nota fiscal
  • Não confirmar presença mesmo que o convite peça tal delicadeza
  • Servir o jantar a uma hora da manhã
  • Fila (de kilometros) para o cinema
  • A discriminação sócio-econômica
  • Levar babá quando ambos os pais estão presentes
  • O preço da gasolina
  • O descaso com pessoas que moram na rua, principalmente crianças
  • A falta de urbanismo em Brasília
  • Flanelinhas/guardador de carro
  • A sexualização precoce das meninas brasileiras
  • A pouca ingenuidade da criança pequena
  • Preço com recibo e preço sem recibo
  • A falta de consequencias para quem comete alguma infração
  • A mania de buzinar pra tudo
  • A mania de comida americana quando temos uma culinária tão variada e saborosa
  • Motoboys insanos, principalmente os que andam nas calçadas
  • Passar em concurso público pra resolver a vida financeira e não necessariamente a profissional
  • Português mal falado e mal escrito
  • Auto-falantes em kombis
  • Música aos berros depois das 10pm
  • Carros parados em cima das calçadas
  • Cuspir no chão
  • Fumar em local proibido
  • OS PREÇOS!  De tudo! ABSURDOS!
  • Ambulantes

 

O que admiro:

  • Fila para gestantes, idosos e deficientes
  • Carros flex (que aceitam tanto gasolina, quanto álcool)
  • O fato da faixa de pedestres ser respeitada, pelo menos em Brasília
  • O respeito a lei seca. As pessoas, pelo menos, pensam antes de beber
  • O verde de Brasília
  • A criatividade do brasileiro
  • Os produtos feitos com itens nativos
  • A abundância de frutas
  • A culinária
  • As praias
  • As novelas
  • Banca de jornal
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14 Responses to “Carta ao Rei”


  1. 1 Gi 10/01/2009 às 2:44 PM

    Sobre cuspir no chão: acho horrível, mas conheço gente que tem doenças pulmonares e não tem onde despejar isso, esteja no carro, na rua, onde for. Quando não dá, cospe ali mesmo onde estiver. É horrível, mas nesses casos eu entendo. Pior que não tem jeito; já critiquei mas compreendo quem tem isso.

    Acredita que onde estou é caríssimo e tem um prédio ao lado horrível com uma mulher que grita o dia inteiro. A voz dela é igualzinha a de uma atriz ótima que faz o filme Amélia, de Ana Carolina. Vou chamar a cineasta aqui pra ver.
    ;-)) Mas vizinho chato infelizmente é praga que existe em todo canto. É certo que dormia melhor na minha antiga casa (27 anos praticamente passados lá!), e no subúrbio de Paris na época em que morei lá, mas tive problemas na cidade grande. Tem jeito não! Só morando num castelo!

  2. 2 Gi 10/01/2009 às 2:38 PM

    Menina, você vê como é irônico isso tudo?! Mas claro que o Rio sempre esteve impossível, mas as pessoas se acostumaram tanto a falar daqui que se esquecem que ladrão que é ladrão pega mesmo e em qualquer lugar. A diferença infelizmente é a segurança e os governantes de cada lugar. Já sofri várias coisas aqui, mas é que realmente e graças aos santos nada me acontece há muito tempo. Acho que Deus pensou assim: “poxa, coitadinha, já sofre em outras áreas; vou aliviá-la!” hehe Mas o fato, sabe, Isabella, é que eu não dou mole para ladrão. Gostaria de andar toda-toda mas o clima, o transporte e a violência espreitando não permite abusar e ostentar. Não que eu não goste de mil bolsas e relógios bonitos. Imagine o trauma: quando tinha 11, 12 anos, ganhei um Technos do meu pai (pedi várias vezes e ele me deu), lembra desse relógio com várias pulseiras uma de cada cor? Pois é, não fiquei um ano nem 6 meses com o dito. Fui roubada na saída do colégio onde estudei por 9 anos. Era uma rua calma e eu estava acompanhada de uma amiga. Vieram dois machos lindos para em salvar, e vi o ladrão depois de duas semanas! Aliás, isso sempre me acontece; de vê-los depois! ;-0


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