Índice Gisele (é mole?)

Sempre que vou ao salão gosto de folhear revistas de moda. Nunca assinei uma, a não ser a Vanity Fair que tem artigos muito bons e eu morava no Brasil na época e adorava as novidades daqui.

Com isso, acompanho o vem e vai de Gisele Bundchen e a admiro por seu sucesso profissional embora saiba que ela deu pra falar bobagens sobre meninas com aneroxia, culpando os pais pela doença.

Se depender dela pra fazer anúncio de que for pra me convencer a comprar algo, pode desisitir. Acho que nunca decidi comprar nada por que a propaganda era feita por alguém famoso.

Só não sabia que ela estava tão em alta, com índice próprio e tudo!

13/01/2008 – 08h00

Investir em Gisele Bündchen rende mais que bolsa, diz economista

Ações de empresas que associaram marca ao nome da modelo subiram 29% em 2007.
No mesmo período, segundo o americano Fred Fuld, bolsa americana subiu 6,5%.

Fernando Scheller Do G1, em São Paulo

Modelo mais bem paga do mundo e estrela do Fashion Rio nesta semana, a gaúcha Gisele Bündchen não é apenas referência nas passarelas e capas de revista – é também uma mulher de negócios de visão, segundo o economista e professor americano Fred Fuld.
Analista de mercado nos EUA, ele é o criador do “índice Gisele Bündchen”, que reúne as ações de empresas que têm imagem ligada à top model e as compara com os demais papéis negociados na bolsa americana.

Pela comparação das valorizações, a conclusão é que é muito mais rentável investir em Gisele do que no Dow Jones, índice-referência da Bolsa de Nova York. Enquanto o Dow Jones fechou 2007 com valorização de 6,5%, o índice Gisele Bündchen teve alta de 29%. Não à toa, Gisele liderou a lista das modelos mais bem pagas do mundo no ano passado, recebendo US$ 33 milhões, segundo a revista “Forbes”.

Editoria de arte G1

Em entrevista ao G1, Fuld afirmou que Gisele é “uma máquina de vender” e associa seu nome aos mais diversos tipos de produtos.

Entre os negócios que compõem o “índice Gisele”, estão empresas listadas na bolsa de Nova York, como as marcas de luxo Louis Vuitton e Givenchy, a gigante de computadores Apple, a companhia de moda Ralph Lauren e a linha de lingerie Victoria’s Secret, para a qual a modelo deixou de trabalhar em maio do ano passado. Entre as 11 empresas relacionadas no índice, nenhuma é brasileira.

 Brasil

Mas Fuld afirma que, no Brasil, onde Gisele emprestou sua imagem para companhias como Vivo, C&A, Grendene e Havaianas, ela também multiplicou lucros.

Segundo o economista, as vendas da C&A aumentaram 30% na época em que Gisele aparecia nos comerciais de TV e revistas da empresa. Procurada pela G1, a assessoria de imprensa da C&A não confirmou essa informação até a publicação desta reportagem.

“Ela é obviamente uma influência positiva sobre os negócios que ‘apadrinha’. Além disso, é uma mulher de negócios inteligente, tanto que se recusa a receber em dólares, preferindo o euro, em um momento em que a moeda norte-americana está valendo menos”, explica Fred Fuld.

Um curiosidade do índice Gisele Bündchen no ano passado é a linha Victoria’s Secret, para a qual a modelo deixou de trabalhar no ano passado. Desde então, segundo o economista escreveu em seu blog, o valor da empresa só fez cair. Embora essa tendência não esteja somente ligada à saída de Gisele, a ação da marca – de propriedade da Limited Brands – teve queda de 31,5% em sete meses, passando de US$ 26,80, em maio, para US$ 18,36, no fim do ano.

 Sem escândalos

Outra qualidade da modelo, segundo o economista, é a capacidade de manter uma boa imagem profissional ao evitar aparecer nos tablóides de forma negativa. Fuld também segue os índices de rentabilidade de outras celebridades, como a atriz Lindsay Lohan e a socialite Paris Hilton. Em ambos os casos, os escândalos nos tablóides prejudicam a capacidade de vender produtos. “Quando Paris Hilton foi para a prisão, as empresas que têm sua imagem ligada a ela foram prejudicadas”, disse. 

Até mesmo a atriz vencedora do Oscar Angelina Jolie (de filmes como “Garota, Interrompida”, “Sr. e Sra. Smith” e “Lara Croft – Tomb Raider”) não é páreo para Gisele, segundo Fuld. Como o Dow Jones, o “índice Angelina Jolie”, calculado nos mesmos moldes do Gisele, subiu cerca de 6% em 2007 ou apenas um quinto do resultado apresentado pela modelo brasileira.

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3 Responses to “Índice Gisele (é mole?)”


  1. 1 Gi 15/01/2008 às 6:04 PM

    Sempre existe uma primeira vez em tudo, até pra indices financeiros com top-models. ;-)) Mais uma pro ego dela.. -0 Deve ser uma cousa de bom ser paparicada assim. “Being G.” Eu queria ser.. ;-)))

    Quanto à anorexia, é isso aí que vc disse mesmo: as meninas têm mais acesso ao que ela diz, claro. Eu que fico aqui lendo muito. Acho que de uma próxima ela não falará tanta coisa, nem culpando indústria textil, nem culpando estilista, nem agência, muito menos culpando família. Melhor calar o bico.

  2. 2 bellavida 15/01/2008 às 4:24 PM

    Oi Gi,

    vc tem toda razão, de burra ela não tem nada. Deve ser muito bem assessorada e parece que ela tb conta com uma boa base familiar.

    Quanto a ela fazer comentários sobre aneroxia, acho perigoso. Meninas tem muito mais acesso aos comentários dela do que ao de psicanalistas. E cada caso deve ser único. Acho irresponsável que ela faça generalizações.

    O que me causou espanto foram esses índices. Não sabia que existiam.

    bjs

  3. 3 Gi 15/01/2008 às 1:33 AM

    Digam o que for, mas a moça é extremamente esperta. Chamá-la de burra, (bem, ops, ram-ram) só se for porque ela não lê Nietzsche. ;-))) Até quando ela falou sobre anorexia, eu achei que tinha um pouco a ver e, pesquisando na internet, encontrei vários artigos de psicanalistas que parecem ter a mesma “opinião” da modelo. No caso dela, a questão é porque “a moda é o ganha-pão” (um dos, tendo em vista o atual “índice Gisele” e ela não vai falar mal, e no segundo caso, é análise pura e simples. Então, ela não tem nada de burra. Diz que não é deslumbrada, adora fazer imagem de ‘mulher que lava, passa e cozinha”, mas ela gosta da “cois$$” e do status sim. A diferença talvez resida no fato de que ela utiliza ambos no que eles têm de ser utilizados, simplesmente. Valor de troca, de mercado, não pra “pirar na batatinha”. Bastante racional. Ponto pra ela.


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